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15/04/12

Fórmula 1, GP China: Nico Rosberg estreia-se nas vitórias

Fórmula 1, GP China: Nico Rosberg estreia-se a vencer

Já não era sem tempo! Nico Rosberg alcançou finalmente a tão desejada primeira vitória na Fórmula 1, no seu 111º (!) Grande Prémio, na China. Esta é também a primeira vitória da era moderna da Mercedes como equipa de fábrica – e é preciso recuar a 1955, Grande Prémio de Itália, para ver o último triunfo da Mercedes na F1, na altura com Juan Manuel Fanigo.

Esta é a primeira vez desde a vitória de Mark Webber no GP da Alemanha desde 2009 que há um novo vencedor de corrida.

Este é um momento muito especial para mim, disse Rosberg, citado pelo press release da Mercedes AMG Petronas. Todo o fim-de-semana correu perfeitamente. A minha primeira pole position, a minha primeira vitória na Fórmula 1 – é realmente fantástico, continuou o jovem alemão. Para Rosberg é um momento muito especial, e agradece a todos na equipa, aqui na China e nas nossas fábricas em Brackley e Brixworth. Dá-me muito orgulho nós termos melhorado o carro tão rapidamente.. Rosberg afirmou ainda à mesma fonte que nunca irei esquecer esta corrida.

Agora, diz Rosberg, ainda estamos a trabalhar muito para perceber o carro e os pneus em todas as condições, e iremos fazer de tudo para melhorar o nosso ritmo em corrida ainda maias.

Os dois McLaren, de Jenson Button e Lewis Hamilton, completaram o pódio em Shanghai. Atrás de si ficaram os dois Red Bull, de Mark Webber e Sebastian Vettel.

Numa pista em que passou pela liderança nos últimos dois anos, Rosberg assegurou que permaneceria na frente de uma óptima corrida, com várias estratégias de pneus utilizadas num grupo da frente que chegou a contar com doze carros.

Os pilotos variaram entre as duas e as três paragens nas boxes, mas as grandes diferenças residiram na duração de cada stint. A Mercedes sentiu várias dificuldades com os pneus nas duas primeiras rondas do ano. Mas desta vez a “casa de Estugarda” conservou os pneus na perfeição e optou por uma estratégia de apenas duas paragens. Estratégia esta que permitiu a Rosberg permanecer no comando na maior parte da prova.

O alemão distanciou-se do seu colega de equipa, Michael Schumacher, nas primeiras voltas, estabelecendo rapidamente uma diferença de quatro segundos. As hipóteses de Schumacher lutar pela vitória terminaram após a primeira paragem nas boxes: a roda da frente direita mal apertada no seu carro ditou o abandono da corrida.

Button foi o principal adversário de Rosberg. O britânico protagonizou uma excelente partida subindo a terceiro, estando a apanhar Rosberg com um plano de três paragens. Mas após a última paragem – na qual perdeu vários segundos devido a um problema com uma roda – Rosberg distanciou-se de Button.

Com uma estratégia de duas paragens, Kimi Raikkonen conservou o segundo posto nas últimas voltas, mas tentar fazer metade da corrida com o seu terceiro conjunto de pneus foi optimista demais. O finlandês caiu de segundo para 14º em apenas cinco voltas.
Vettel seguiu uma estratégia similar à de Raikkonen. O alemão ultrapassou o seu rival e parecia ter nas mãos um segundo lugar, salvando a sua má qualificação. Contudo, nas últimas voltas Vettel não conseguiu manter os McLaren e o seu colega Mark Webber atrás de si (quer os McLaren, quer Webber, tinham pneus novos devido à estratégia de três paragens). Webber foi o quarto, apesar de ter parado pela primeira vez muito cedo – à sexta volta – e mesmo depois de duas saídas de pista. Uma das saídas de pista do australiano, deu mesmo “asas” ao seu Red Bull, que “voou” na Curva 13.

Enquanto Raikkonen perdia posições, o seu colega de equipa na Lotus, Romain Grosjean lutava pelo sexto posto na frente dos Williams de Bruno Senna e de Pastor Maldonado.

O anterior líder do campeonato, Fernando Alonso, foi nono com o seu Ferrari, perdendo um pouco de terreno quando teve uma incursão por fora da pista ao tentar passar Maldonado.

A Sauber também se mostrou na China, mas não conseguiu repetir o resultado da Malásia. Kamui Kobayashi perdeu muitas posições com um mau arranque e acabou em 10º, com a volta mais rápida. Logo atrás de si terminou Sergio Perez. O mexicano chegou a liderar a corrida, com uma estratégia de duas paragens. Seguem-se na classificação o Force India de Paul di Resta e o Ferrari de Felipe Massa (que também liderou por instantes).

Mais atrás, destaque para Jean-Eric Vergne (Toro Rosso), que superou novamente o seu colega de equipa Daniel Ricciardo. Nas três equipas que costumam ocupar as últimas seis posições, tudo normal: a Caterham na frente (com Vitaly Petrov, devido aos problemas de Heikki Kovalainen), seguida pela Marussia (com Timo Glock e Charles Pic). No fim do pelotão, os HRT com Pedro de la Rosa e Narain Karthikeyan. Kovalainen teve problemas no seu Caterham e desta feita foi o 23º e último dos que terminaram.

De notar que esta prova só teve um abandono: o de Michael Schumacher.

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Fórmula 1, GP China: Nico Rosberg estreia-se a vencer

  • O melhor:O melhor neste GP da China não é nenhum piloto, nem nenhuma equipa, mas sim a prova em si. Até às últimas voltas foram vários os carros que poderiam alcançar o pódio, num grupo que cabia em cerca de cinco segundos. A corrida foi sempre animada nas primeiras posições, com distâncias muito curtas entre pilotos e as consequentes trocas de posições (excepção feita para a liderança que foi mais disputada apenas por alguns momentos). Mesmo antes da corrida, na qualificação as distâncias entre o 15º e o 1º na Q2 foram inferiores a um segundo, o que ditou a surpresa do 11º lugar de Sebastian Vettel à partida. Ficou bem evidente o equilíbrio na F1 actual, o que é nota de elevado destaque.
  • O pior: Apesar do triunfo, a nota de pior vai para a Mercedes. Um pequeno descuido com a paragem de Michael Schumacher – roda da frente direita do carro mal apertada – deitou por terra a possibilidade de um grande resultado de conjunto para a equipa alemã.


  • A surpresa: A Williams foi o que mais me surpreendeu. Apesar da qualificação menos conseguida, a equipa de Sir Frank confirmou a boa forma em corrida, conseguindo finalmente colocar os seus dois carros nos pontos (Bruno Senna em sétimo e Pastor Maldonado em oitavo). A última vez que dois Williams pontuaram na mesma prova foi no GP da Coreia do Sul de 2010(Rubens Barrichello sétimo e Nico Hulkenberg décimo)


  • A desilusão: Kimi Raikkonen, ou melhor, a sua estratégia. Apostando numa estratégia de duas paragens e muitas voltas com o último conjunto de pneus, o finlandês perdeu mais do que ganhou. Raikkonen acabou por pagar a má opção ficando num longínquo 14º posto que está longe de traduzir o seu desempenho ao longo do fim-de-semana.

Resultados do GP da China de 2012 em F1:

Resultados GP China F1 2012


Depois de três provas, estão assim ordenadas as classificações dos Mundiais de Pilotos e de Construtores:

Resultados GP China F1 2012

fonte (texto e resultados/classificações): Autosport (britânica)

declarações de Nico Rosberg e imagens: Mercedes AMG Petronas Formula One Team


Já na próxima semana regressa a Fórmula 1, com o Grande Prémio do Bahrain. Pode acompanhar todo o fim-de-semana de competição nos canais Sport TV:

  • 1ª Sessão de Treinos Livres: dia 20 de Abril/Sexta-Feira a partir 08h00 – Sport TV1
  • 2ª Sessão de Treinos Livres: dia 20 de Abril/Sexta-Feira às 12h00 – Sport TV1
  • 3ª Sessão de Treinos Livres: dia 21 de Abril/Sábado com início às 09h00 – Sport TV2
  • Qualificação: dia 21 de Abril/Sábado pelas 12h00 – Sport TV2
  • Corrida: dia 22 de Abril/Domingo "os semáforos abrem" às 13h00 – Sport TV2 (antevisão no mesmo canal a partir das 11h30)


14/04/12

Fórmula 1, GP China/Qualificação: Primeira 'pole' de Nico Rosberg

Fórmula 1, GP China/Qualificação:Primera pole de Nico Rosberg

Nico Rosberg alcançou a sua primeira pole position na Fórmula 1. O alemão dominou a qualificação para o GP da China, em Shanghai. A sua equipa, a Mercedes, tem também aqui a primera pole position desde que regressou à Fórmula 1 em 2010.

Rosberg superou o segundo mais rápido, Lewis Hamilton, por mais de meio segundo, com as previsões de uma excelente qualificação por parte da Mercedes a confirmarem-se. Michael Schumacher foi o terceiro mais rápido. Com a penalização já imposta a Hamilton pela troca de caixa de velocidades (cairá para sétimo), Schumacher sobe a segundo na grelha, o que se traduz numa primeira linha da grelha dominada pela Mercedes.

Enquanto um dos alemães em prova celebrou a sua primeira pole, outro teve um resultado desastroso: o actual campeão mundial Sebastian Vettel não conseguiu melhor do que o 11º posto à partida no seu Red Bull.

Rosberg liderou a “dobradinha” da Mercedes na segunda fase da qualificação (Q2), e na fase seguinte (Q3) suplantou os seus adversários ainda nos primeiros momentos, com uma marca imbatível de 1m35.121s. Rosberg estava tão confiante de que o seu tempo resultaria na pole que saiu do carro e foi para a área de pesagens. Enquanto isso os outros pilotos em prova na Q3 estavam a melhorar os seus tempos tentando apanhar a marca do piloto da Mercedes.

Hamilton conseguiu fazer um tempo entre os dois Mercedes, mas devido à penalização não poderá ocupar essa posição à partida.
A penalização do britânico também permitirá a subida de um lugar – a terceiro – de Kamui Kobayashi. O piloto nipónico da Sauber mostrou o progresso da sua equipa ao marcar o quarto tempo da qualificação.

Na forma actual, Vettel pareceu sempre longe da quarta pole consecutiva em Shanghai. Mas a grande surpresa foi o alemão não ter conseguido alcançar a Q3 – foi a primeira vez que tal sucedeu desde o GP do Brasil de 2009.

O bi-campeão mundial, com o seu Red Bull a usar uma especificação de escapes diferente da de Mark Webber, foi apenas 0.3s mais lento do que o seu colega de equipa. Webber conseguiu passar à Q3. Na Q2, houve um equilíbrio tal que a diferença entre o 11º e o primeiro foi inferior a um segundo. Vettel foi caindo no top 10 e acabou por ser superado pelo Lotus de Romain Grosjean. Nessa altura, Vettel ainda estava numa volta rápida, mas não foi rápida o suficiente para entrar nos dez primeiros.

Jenson Button (McLaren) também não esteve na melhor forma possível na qualificação, tal como Webber (Red Bull). Os pilotos da McLaren e da Red Bull, não alcançaram melhor do que os sexto e sétimo lugares, respectivamente, ambos atrás do Lotus de Kimi Raikkonen.

Sergio Perez, em Sauber, e o piloto da Ferrari Fernando Alonso lutaram pela vitória na Malásia e estiveram novamente juntos na liderança na primeira fase da qualificação (Q1). Ambos foram à Q3, sendo oitavo e nono respectivamente. A fechar os dez primeiros ficou Romain Grosjean no seu Lotus.

Felipe Massa irá partir de 12º, apesar de ter estado perto do ritmo de Alonso enquanto ambos estavam em prova.

A segunda metade da grelha tem todas as linhas com carros das mesmas equipas. Os dois Williams irão partilhar a sétima linha (Pastor Maldonado 13º e Bruno Senna 14º). Logo atrás estarão os dois Force India (em 15º Paul di Resta e em 16º Nico Hulkenberg). Os Toro Rosso de Daniel Ricciardo e Jean-Eric Vergne partirão da linha seguinte (Ricciardo foi 17º, e Vergne não foi além da Q1 – 18º).
Atrás, o cenário habitual. A Caterham liderou as equipas do fundo do pelotão (Heikki Kovalainen em 19º e Vitaly Petrov em 20º).

Seguem-se os Marussia de Timo Glock e de Charles Pic. A encerrar o pelotão, os dois HRT, com Pedro de la Rosa melhor que Narain Karthikeyan. Nesta qualificação todos alcançaram facilmente a margem dos 107%.



Qualificação para o GP da China de 2012 - Resultados:

Qualificação do GP da China de 2012 Resultados



Grelha de Partida para o GP da China 2012 (contando com a penalização imposta a Lewis Hamilton, de perda de cico lugares na grelha de partida:

Grelha de Partida do GP da China de 2012

fonte (texto e resultados): Autosport (britânica)

imagens: Nextgen-Auto Motorsport



Amanhã (15 de Abril), a corrida terá lugar a partir das 08h00, tendo transmissão directa na Sport TV1

17/04/11

Fórmula 1, GP China: Lewis Hamilton vence pela 1ª vez em 2011


Pela primeira vez em 2011 a vitória num GP de Fórmula 1 não foi para o Red Bull de Sebastian Vettel, com Lewis Hamilton a ganhar um emotivo GP da China. Vettel terminou em segundo, e Mark Webber em terceiro, numa excelente corrida do australiano.

As estratégias de três paragens dos pilotos da McLaren provou ser melhor do que a estratégia de duas paragens de Vettel, o que permitiu Hamilton apanhar e passar o piloto da Red Bull, cujos pneus já estavam gastos.

Mark Webber fez uma fantástica corrida partindo de 18º, sendo terceiro com o outro Red Bull, à frente do McLaren de Jenson Button e do Mercedes de Nico Rosberg - ambos lideraram a corrida durante algumas voltas.

A tarde de Vettel começou a complicar-se com um péssimo arranque, que permitiu ambos os McLaren passarem-no na primeira curva, e Rosberg chegou a lutar pela terceira posição com Vettel nas primeiras curvas.

Os três primeiros mantiveram as posições separados por dois segundos antes das primeiras paragens, com Rosberg a alguns segundos, na frente dos Ferrari, com Felipe Massa à frente de Fernando Alonso.

A Mercedes teve então um golpe de mestre ao mandar Rosberg trocar de pneus à volta 12. O alemão regressou à pista com espaço livre e fez o melhor com os pneus frescos, embora tenha sido também ajudado por algumas voltas caóticas nos três primeiros.

Com a performance dos pneus de Hamilton a piorar, Vettel passou-o usando o DRS na recta grande. Button e Vettel pararam logo, e Button protagonizou um momento caricato ao enganar-se na zona de paragem, indo para a da Red Bull em vez de ir para a McLren, tendo perdido tempo para ir para o local correcto. A paragem de Vettel também foi atrasada, mas a equipa da Red Bull reagiu rápido e Vettel saiu à frente.
Com Hamilton a perder ritmo rapidamente na sua última volta antes da troca de pneus, Massa e Rosberg passaram-no com os pneus novos e beneficiando de voltas de saída desimpedidas. Ao início da segunda fase da corrida, Rosberg liderava com cinco segundos para Vettel, com Button, Massa e Hamilton na perseguição.

Mas enquanto Rosberg e os McLaren estavam com uma estratégia de três paragens, Vettel e Massa tinham-se decidido por fazer apenas duas. O último parecia estar no melhor plano quando fez a segunda paragem, a meio da corrida, já que apesar de estarem em quarto e em quinto atrás de Rosberg e dos McLaren, enquadravam-se no ritmo dos líderes e não os deixavam ganhar o suficiente para permanecerem à frente após a paragem a mais.

Hamilton estava agora ao ataque, passando Button por dentro para passar ao segundo posto à 35ª volta, saindo rapidamente em busca de Rosberg. Hamilton passou o alemão após a terceira paragem, na Curva 6. Depois, Hamilton foi para cima de Massa, passando facilmente o brasileiro a 12 voltas do final.

Vettel era o senhor que se seguia na "mira" de Hamilton e na 50ª volta os dois estavam colados. O piloto da McLaren atacou a liderança do alemão usando o DRS na recta grande, embora o líder do campeonato tenha ficado por dentro no gancho, com o McLaren ao lado.

Hamilton tentou algo diferente, e na volta 52 teve melhor tracção na Curva 6 e veio por dentro para a rápida Curva 7, antes de "fugir" para obter uma grande vitória numa corrida que provou que os regulamentos introduzidos em 2011 na Fórmula 1  está a corresponder às expectativas dos reguladores. É também incrível este resultado para Hamilton considerando um problema no sistema de combustível do McLaren que quase o forçou a partir da via das boxes - o carro só saiu da garagem mesmo antes do semáforo fechar.

Rosberg caiu para trás de Button quando saiu largo numa tentativa de passar Massa. Com os seus pneus demasiado gastos para resistir aos pilotos que fizeram três paragens, o brasileiro foi rapidamente passado por Button, Rosberg e Webber - que também trouxe emoção à luta pelo pódio nos frenéticos momentos finais da prova.

Second placed Red Bull's Vettel, third placed team mate Webber and McLaren's Hamilton celebrate on podium after the Chinese F1 Grand Prix at ShanghaiO australiano deu pouco nas vistas na primeira fase com pneus duros, mas tal como em Sepang na semana passada, parar três vezes deu-lhe a oportunidade de ganhar terreno com a pista livre, e de poupar os mais rápidos pneus macios para a última fase da corrida, quando todos estavam com pneus duros. Isso deu-lhe um ritmo impressionante, claramente à frente dos seus adversários, passando Rosberg na Curva 6 a três voltas do final. A fazer voltas dois segundos mais rápidas do que qualquer outro piloto, Webber foi então para cima de Button, e passou o piloto britânico na penúltima volta, obtendo um sensacional resultado, no lugar mais baixo do pódio.

Massa teve que se contentar com o sexto posto, mas pode dar-se por satisfeito por ter batido o seu colega de equipa, Fernando Alonso, que teve falta de velocidade para Massa e perdeu muito com o tráfego após as paragens. O espanhol só bateu Michael Schumacher para o sétimo posto, com o alemão a ficar no meio do pelotão por ter feito uma primeira de três paragens cedo de mais.

Os pódios da Renault terminaram (ou interromperam-se), com Vitaly Petrov a ser apenas nono, à frente de Kamui Kobayashi, em Sauber. Paul di Resta parecia estar melhor colocado para pontuar no melhor dos Force India, mas o seu ritmo caiu nas últimas voltas, sendo só 11º, à frente do Renault de Nick Heidfeld, com o  qual batalhou nas últimas voltas. A corrida de Adrian Sutil no outro Force India ficou estragada quando teve um incidente com Sergio Perez, pelo qual o piloto da Sauber foi penalizado.

A boa qualificação da Toro Rosso não teve continuidade na corrida, com ambos os pilotos da equipa italiana a perderem posições desde cedo. Sébastien Buemi foi somente 14º, atrás de Rubens Barrichello, e Jaime Alguersuari teve que abandonar devido a um erro de equipa na paragem - a roda foi mal apertada e saltou do carro em plena volta de saída.

Em 15º terminou Sutil, seguido por Kovalainen, que com o 16º posto conseguiu o feito de bater Perez e o Williams de Pastor Maldonado (os dois últimos classificaram-se em 17º e 18º, respectivamente). O outro Lotus, de Jarno Trulli, ficou no 19º posto, sendo seguido pelos Virgin de Jérôme d'Ambrosio e de Timo Glock (20º e 21º, respectivamente). A encerrar o pelotão ficaram os HRT, com Narain Karthikeyan (22º) a bater Vitantonio Liuzzi (23º). Apesar deste resultado, é de realçar que a HRT mostrou estar a evoluir no caminho certo ao longo do fim-de-semana, parecendo ser uma questão de tempo até superar a Virgin.


Aqui estão os resultados desta corrida emocionante:



Depois de três provas, estão assim ordenadas as classificações dos Mundiais de pilotos e de construtores:



fonte (texto e resultados): http://www.autosport.com/news/report.php/id/90818




imagem 1: http://www.gpupdate.net/en/f1-photos/7010/2011-chinese-formula-1-grand-prix-sunday/174274/#174274
imagem 2: http://www.gpupdate.net/en/f1-photos/7010/2011-chinese-formula-1-grand-prix-sunday/174285/#174285
imagem 3: http://uk.eurosport.yahoo.com/17042011/2/photo/17042011091221.html



16/04/11

Fórmula 1, GP China: Mais uma pole para Sebastian Vettel

Sebastian Vettel continua imbatível na China. Depois de ter dominado os treinos livres, o alemão obteve, na qualificação, a sua terceira pole position de 2011, em outras tantas corridas.

Mas desta vez foi apenas um Red Bull a estar no topo da tabela, sendo mais rápido em 0.7 segundos do que os McLaren. O outro Red Bull, de Mark Webber, apenas partirá de 18º.

O carro de Webber foi reparado a tempo dos problemas no terceiro treino livre, mas pareceu estar a correr sem KERS e manteve os pneus duros no final da Q1, enquanto todos os outros usaram os pneus macios. Quando Michael Schumacher e Pastor Maldonado conseguiram subir para a zona de qualificação, Webber desceu para 18º, sendo eliminado.

Jenson Button foi o principal adversário de Vettel, mas o britânico ficou a distantes 0.7 segundos da pole, batendo ainda assim o seu colega de equipa na McLaren, Lewis Hamilton, por meros 0.042 segundos.

Nico Rosberg deu à Mercedes o seu melhor resultado do ano com o quarto posto à partida, a apenas 0.2 segundos dos McLaren. O alemão bateu confortavelmente os Ferrari, que irão partilhar a terceira fila da grelha, com Fernando Alonso na frente de Felipe Massa.

A metade superior do pelotão foi baralhada por uma bandeira vermelha nos últimos momentos da Q2, provocada por Vitaly Petrov, cujo carro parou no meio da pista, na Curva 6. Isto aconteceu a dois minutos do final da Q2, quando ambos os Toro Rosso e ambos os Force India estavam nos dez primeiros, enquanto os Sauber, os Williams, os Mercedes e o outro Renault, de Nick Heidfeld, estavam em zona de eliminação.

Na contenda que se seguiu depois da bandeira verde, os dois pilotos da Toro Rosso e ainda Paul di Resta, da Force India, mantiveram os seus lugares de qualificação para a Q3, enquanto Rosberg foi o único a subir aos dez primeiros, deixando de fora o Force India de Adrian Sutil.

Os Toro Rosso de Jaime Alguersuari e Sébastien Buemi ficaram com a quarta linha da grelha (em 7º e 8º, respectivamente - no que é o melhor resultado de Alguersuari), e di Resta partirá do nono posto. Petrov não pôde disputar a fase final da qualificação apesar de se ter qualificado, e assim partirá ao lado de di Resta, no 10º lugar.

Um erro no gancho deixou Michael Schumacher na 14ª posição, atrás de Sutil e dos dois Sauber. Nick Heidfeld não fez melhor do que o 16º tempo (a sua posição em pista após o reinício da Q2 não era a melhor), ficando entre os dois Williams.

A saída permatura de Webber foi a única surpresa na Q1, na qual ficaram os Lotus, os Virgin e os Hispania, como já vem sendo habitual. Jérôme D'Ambrosio conseguiu pela primeira vez qualificar-se à frente do seu colega de equipa na Virgin, Timo Glock, e ambos os Hispania ficaram confortavelmente dentro da margem dos 107%.




Eis os resultados da qualificação, e a grelha de partida para a corrida de amanhã:


Será esta a grelha de partida para a corrida: